domingo, 20 de julho de 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
10 Roteiros e El Greco

Não perca artigo + trailer do filme EL GRECO 2007 no Blog da Dai:) A Fênix Apoplética
CULT
- Sete Homens e um Destino (western)
De John Sturges - ano 60
Com: Eli Wallach, Steve McQueen, Charles Bronson, Yul Brinner, Robert Vaughn, Brade Dexter.
- Um Rei em Nova York (comédia)
De Charles Chaplin - ano 57
Com Charles Chaplin, Dawn Addams, Jerry Desmonde
- El Greco (drama)
De Luciano Salce - ano 66
Com Mel Ferrer, Adolfo Celi, Rosanna Schinffino
- Lolita (drama)
De Adrian Lyne - ano 97
Com Jeremy Irons, Dominique Swain, Melanie Griffith
- Amor, Sublime Amor (musical)
De Jerome Robbins e Robert Wise - ano 61
Com Natalie Wood, Richard Beymer, Russ Tamblyn, George Chakiris
MAIS ATUAIS
- Ruas Sangrentas - O Acerto Final (ação)
De Vondie Curtis-Hall - 2006
Com Tyrese Gibson, Shawn Parr, Henry Hunter Hall
- Apocalypto - (ação)
De Mel Gibson - 2006
Com Rudy Youngblood, Dalia Hernández, Jonathan Brewer
- O Filho de Chucky (comédia)
De Don Mancini - 2004
Com Jennifer Tilly, Billy Boyd, Hannah Spearritt
- Rocky Balboa (drama)
De Silvester Stallone - 2006
Com Silvester Stallone, Burt Young, Milo Ventimiglia
- Do Inferno (suspense)
De Albert Hughes e Allen Hughes - 2001
Com Johnny Depp, Heather Graham, Ian Holm
domingo, 6 de julho de 2008
Salivas do Universo

Oi, tudo bem? Vem sempre aqui neste lado do céu, costuma olhar o outro lado, mergulha naquele sol pálido ali...? Nem sempre, prefiro aquele que congela aos poucos, sem meteoros, lá não tem dono, deus de jeito nenhum, sento e fumo, este fumo aqui é bom, veio de plantação lá daquele lado, depois da lua e, sinceramente, porcamente a terra anda uma merda... É, por isso me escondo neste lado da galáxia, sem falácia, bebo desta água azul e interrompo a comunicação... Olhando melhor, acho que te conheço sim, estas botas pratas são únicas e tua túnica tem um cheiro... Você também não me é estranho, mas tua gravata tá demodé.. ou então sei lá, com o brilho refletido de saturno ela fica, como direi... Ouvir estrelas.. Como? É isso que faço sempre aqui... ouço estrelas. Lá tá pesada a barra, preconceito, falação mediúnica, internet, um mau cheiro, água suja, não? Pode ser, mas aqui, neste oceano de leite, sou alérgico, esses lácteos... Tudo bem, toma aqui um gole, experimenta, vai gostar. Bom... é feito de quê? Saliva... a minha. Então é seu beijo. Sim. Bom... muito bom.
sábado, 21 de junho de 2008
Volto já!
Por enquanto estou sem tempo de postar por aqui. Volto em breve com alguns roteiros originais, inéditos para serem analisados.
Enquanto seu Lobo não vem, visite-me no meu blog literário. Será certamente um prazer recebê-la (o).
Clique aqui e visite o Blog da Dai :)
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quarta-feira, 4 de junho de 2008
Programa de índio :)

SETCOM CONVIDA PARA A ESTRÉIA DO DOCUMENTÁRIO
O ÚLTIMO KUARUP BRANCO
SALA CINEMATECA
Sábado - 07de junho às 20h30
São Paulo
"O Último Kuarup Branco é a tradução, em belas imagens cinematográficas, da utopia de conciliação do Brasil profundo iniciada pelos irmãos Villas Bôas."
Maria Rita Kehl - Escritora
SINOPSE
“O Último Kuarup Branco” é uma viagem onírica de contato, imersa em um ambiente visual que evoca os estados alterados de consciência nos misteriosos rituais indígenas do Xingu. Neste trajeto, em forma de animações e depoimentos, comparece pela primeira vez a voz dos índios com protagonismo, e somos tomados por uma dolorosa lucidez. Percebemos como os níveis de produção e consumo atuais de nosso mundo são insustentáveis para o planeta, como as relações humanas, ao substituir colaboração por competição, são fontes geradoras de doenças e como há pouco tempo para reverter esse quadro. Percebemos, com horror, que além de destruir a nós mesmos numa espécie de insanidade coletiva, nossa civilização destrói também a esses povos ancestrais, que vivem sob um sofisticado sistema de respeito aos ciclos naturais e humanos. E recebemos uma mensagem da velha índia Airé, da nação Ikpeng: “Não nos matem”. É como uma advertência do próprio coração humano que diz: “não esqueçam a humanidade que habita em vocês”.
Longa metragem – 72’
Formato – High Definition
quinta-feira, 29 de maio de 2008
C.R.A.Z.Y. - Loucos de amor

Na minha opinião o filme é cult pela direção, com cenário e trilha sonora apropriados aos questionamentos das décadas de 60 e 70. Pink Floyd é o carro chefe na trilha sonora que levou pelo menos a metade do orçamento.
Eu gosto de cinema canadense, principalmente falado em francês, como C.R.A.Z.Y.
Sinopse
Zac (interpretado por Émile Vallée até os oito anos e por Marc-André Grondin na idade madura) é filho do rigoroso Gervais (Michel Côté) e Laurianne (Danielle Proulx). Com a mãe, ele tem uma relação estreita; com o pai, incompreendida por ambos. Ao lado de quatro irmãos, Zac cresce sentindo desejos homossexuais, enquanto tenta lidar com a religiosidade da mãe e a intolerância do pai, entre os anos 60 a 80.
Argumentos para bons roteiros não são muitos, por isso o roteirista precisa buscar pérolas, sejam nos diálogos, na composição dos personagens.
Neste filme Jean-Marc Vallée desempenha uma direção contundente no sentido de captar a tensão dos personagens quase que esteorotipados, ou melhor, são mesmo estereótipos: dos quatro irmãos Zachary, o protagonista, tem tendências ao homossexualismo, enquanto o irmão mais velho torna-se drogado, outro é intelectual e outro desportista. O desafio é saber trabalhar os tipos comuns. Arquétipos fundamentais para resolver um drama/comédia como C.R.A.Z.Y.
Por aqui o filme estreou em 2005, um ano após seu lançamento no Canadá.
O que vale o título de cult e mais prêmios é, sem dúvidas o trabalho de roteiro. Acho perfeito.
Não por acaso o filme levou 11 prêmios Genie (o "Oscar" canadense) e mais 19 prêmios em outros festivais.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Blade Runner
A melhor e mais completa análise do filme que já li.
O texto é um tanto longo mas foi escrito por Renata Cordeiro, bacharel em filosofia, tradutora de livros em vários idiomas, dentre outras atividades.
A impressão que tenho é que Blade Runner é um filme/estudo para se assistir em vários momentos de nossa vida. Vale muito à pena conferir a revisão de Blade Runner por esta excelente escritora e crítica.
Aí no vídeo a cena romântica mais complexa do cinema. Ela não parece replicante, enquanto ele... bem, até hoje não sei se Harrison Ford é humano ou não.
O texto é um tanto longo mas foi escrito por Renata Cordeiro, bacharel em filosofia, tradutora de livros em vários idiomas, dentre outras atividades.
A impressão que tenho é que Blade Runner é um filme/estudo para se assistir em vários momentos de nossa vida. Vale muito à pena conferir a revisão de Blade Runner por esta excelente escritora e crítica.
Aí no vídeo a cena romântica mais complexa do cinema. Ela não parece replicante, enquanto ele... bem, até hoje não sei se Harrison Ford é humano ou não.
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